Marcha Aniversário 2015
Foi dia 10 Maio.
Dura como deve ser. Dia de sol , a Natureza no Alvão dava cartas. Acabou em festa.
Foi dia 10 Maio.
Dura como deve ser. Dia de sol , a Natureza no Alvão dava cartas. Acabou em festa.
Neste nosso "mundo" do trekking & hiking, marcha de montanha, natureza , há livros e filmes que nos divertem e estimulam na procura de "aventura" à nossa justa medida.
Em sábado de Aleluia, quando outros seguiam para a "terra", fomos fazer os Trilhos da Raia.
7 montanhistas - 18 Km , seis horas e tal de marcha. Esplendoroso.
Vamos procurar trazer fotos. Têm que lá ir , vamos voltar...
Cumpriu-se o 1º dia da Rota dos Castelos.
Este ano começamos em dia de Primavera, nubelado e fresco, em Numão, no seu castelo, muralhas bem conservadas , interior limpo mas arruinado.
Travessia invernal com bivaque do GMVR.
Dia 1 (28/02), com mochilas a pesar “dois dígitos” e mais alguns quilitos, 13 companheiros começam a travessia invernal por um trilho com declive acentuado e paisagens interessantes, ainda que parcialmente camufladas pelo nevoeiro. Mariolas artísticas indicam o caminho até ao local de pernoita, com abrigo recentemente remodelado.
Dia 2 (01/03), ribeiros e quedas de água são uma constante, vamos trilhando caminho por entre fragas e penedos que merecem ser revisitados. Estabelecendo compromissos complexos entre a carta militar e o GPS, chegamos ao destino.
O GMVR participou no ASESTRELA 2015.
Sábado, começamos em Manteigas e por veredas subimos até à Nave da Mestra, com muita neve. Paisagem de encher o olho, atividade registada por guardas do Parque. Nos últimos kms até ao refúgio nas Penhas Douradas tivemos inverno. Ao jantar feijocas e palestra sobre “Turismo de Montanha para a Serra da Estrela”.
Domingo, um passeio sempre a descer desde as Penhas Douradas até Manteigas, onde a feira nos esperava cheia de petiscos serranos.
O nosso obrigado à ASE.
Nós ganhamos 25 km de Serra e a ASE ganhou um processo de contra-ordenação levantado pelos vigilantes do Parque Natural.
Dia14/2, Manteigas-Vale Glaciar-Nave da Mestra-Penhas Douradas (http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8889029);
Dia15/2, Penhas Douradas-Pousada-Manteigas (http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8889033).
Fomos para o terreno - 2 etapas pelo Marão-Marcha Nacional de Montanha - Travessia Invernal
Nevado, rotas circulares por estradão e trilhos, escarpas, floresta, corta-mato, friiio... fabuloso .
A 17/1 o almoço na Senhora da Serra, um "catering" em condições (então aquela sopinha...), carros de apoio sempre no sítio certo (houve quem tivesse necessidade de ser "resgatado", a marcha foi durinha...).
O jantar decorreu com aquele convivio habitual.
A 18/1 a marcha foi mais curta, nevada e com nevoeiro, mas divertida.
58 companheiros, simpáticos , esforçados, solidários.
Sábado 27 voltámos aos trilhos. Foram 18,2 Km , 6h30 de marcha por terras , trilhos, escarpas, corta-fogos e estradões da Serra do Marão. Em pleno inverno o dia esteve agradável sem frio que se sentisse, levou até a muitos terem que tirar "camadonas" de roupa. No final, um agradável lanche-convívio na Estalagem do Marão (que bem merece a referência, tão boa foi a qualidade do serviço e dos petiscos).
Venha a Travessia Invernal-Marcha Nacional de Montanha a 17 e 18 de janeiro
Num dia brilhante, frio assim:assim, uma tranquila caminhada para integrar iniciados. Serra de Passos, paisagem sobre Mirandela, Serra de Bornes, Monte Faro, Marão...
Almoço muito fora de horas, mas um bom repasto, a carne estava macia, os legumes muito gostosos. Conversa amena de amigos , gente nova.
Uma das Marchas mais concorridas...pelo menos na 2.ª parte.
Dura, exigente, não é para todos, só para atrevidos...
Quem lá esteve deu o seu melhor.
“Passos, que passos?” Impossível repetir passos passados, sejam eles quais forem… Quando, há 23 anos, no centenário da morte, o Grupo de Montanhismo de Vila Real decidiu editar em marcha a passagem de Camilo Castelo Branco desde Vilarinho da Samardã até Friúme, com 16 anos de idade, não pretendia talvez replicar o seu caminho físico, mas talvez o caminho plasmado em parte importante da sua obra, ou talvez sim, quem saberá? Talvez as duas coisas… A verdade é que o fizemos e demos a isso a importância devida a um ilustre filho da terra.
Reeditámos agora essa marcha, feita já com passos novos, mas com os mesmos objetivos. Em dois dias e cerca de 7 legoas…
Entre Nogueira e Cumieira , atravessando o vale do rio Corgo, por trilhos antigos entre vinhas e um pedacinho da linha-do-corgo, passando a Povoação, Ermida e Pai Carrão, aldeias vínicolas. Sendo domingo pouca gente na vindima, mas lá andavam familias inteiras aqui e ali, ao som de música popular "decibei-tados" pelos altifalantes de "Pai- Carrão-para- todo- o- vale"- preparava-se a festa...
Além da uva , fez-se prova de maturação de peras, figos, nozes e medronhos. Vislumbraram-se abóboras e couves ...
Chovia em todo o paìs mas aquele vale parecia estar noutra dimensão.
O dia foi soalheiro e a certa altura com muito calor. A "rampa" para a cumieira não é fácil...
Testemunha quem lá esteve - TMB 2014 (II)
O meu testemunho
Quando cá em casa foi feita a proposta de este ano trocarmos a praia pela montanha ninguém hesitou em aceitar. O desafio era grande mas também grande era a vontade e assim permaneceu até às vésperas da nossa incursão. Entretanto, e falando por mim, começaram a surgir receios e dúvidas se teria sido a opção mais acertada. Os receios eram os mesmos dos meus colegas de aventura: aguentar com o peso da mochila, dormir numa tenda, a falta do wc, o cansaço acumulado, a alimentação, etc. No meu caso (e no meu “parceiro”) acresciam outras dúvidas mais angustiantes; não será demais para os garotos? E se adoecem? Em quê que os estamos a meter? O meu coração ficava muito apertadinho e nessa altura tentava ser optimista. Para tal, em muito contribui o testemunho tranquilizador da Família Travassos assim como a diligente preparação do companheiro Francisco Travassos. Chegou o dia e lá fomos entusiasmados e a pensar no melhor. E assim foi. Posso dizer que tudo correu bem. Os receios eram reais, sim a mochila pesava, sim o chão era duro e a tenda era pequena, sim o wc ficava longe, sim ficámos muito cansados, sim a alimentação era “esquisita”. Mas todos estávamos contentes por ali estarmos, por estarmos a aguentar e principalmente porque tudo era belo demais, merecia ser apreciado com todos os 5 sentidos e dificilmente as fotos retratam a sua beleza e grandeza. É realmente uma experiência muito pessoal, que leva tempo a digerir, mas foi muito enriquecedora e positiva. Quanto aos garotos, adoraram e portaram-se muito bem. Acho mesmo que me surpreenderam pela sua maturidade e capacidade de adaptação. Acho que individualmente e como família ficámos todos a ganhar.
Obrigada a todos!
Virgínia Santos, sócia n.º 1037
Imagens dos 1.º Trilhos do Marão - Marcha com uma presença heroica, enfrentando um dia de chuva que condicionou as presenças (40 inscritos , mas...)
Fica aqui o filme para quem ainda não viu..
Às vezes o montanhismo pode não ser bom para a saúde... vejam , mesmo os que não sabem inglês, percebe-se bem , muita acção! Está no Youtube em vários formatos. Sem legendas.
"A Lonely Place To Die" de JulianGilbey
Actionfest Film Festival em Ashville, USA, premiado com 'Best Film' and 'Best Director'.